quinta-feira, 19 de julho de 2012

Guy Berryman



(baixo, sintetizador, gaita, vocal de apoio)

Guy Rupert Berryman, nascido em 12 de Abril de 1978 em Kirkcaldv, Fife, Escócia, mas se mudou para Kent, Inglaterra, aos doze anos. Toca contrabaixo e é conhecido como o membro de voz suave da banda. Apesar de ser canhoto, Berryman toca da maneira destra.
As influências musicais de Berryman incluem James Brown, The Beatles, Kool & The Gang, Pink Floyd, Lyn Collins, Maceo Parker e The JBs.
Em 2004, ele se casou com Joanna Briston, sua amada de infância numa cerimônia reservada. Ela administra uma loja de roupas chamada Jezebell em Londres. A recente abertura da loja foi prestigiada pelos companheiros de banda Jonny e Will e suas companheiras. A loja de roupas teve que ser fechada após algum tempo, devido ao grande número de dívidas. Guy e Joanna têm uma filha, Nico, nascida em 17 de Setembro de 2006. De acordo com o jornal inglês The Mirror (edição de Março de 2007), ele e sua eposa se separaram após três anos.




Mylo Xyloto




Mylo Xyloto é o quinto álbum de estúdio da banda rock alternativo britânica Coldplay. Foi lançado mundialmente em 24 de outubro de 2011 pela gravadora EMI. Ele foi precedido pelo single "Every Teardrop Is a Waterfall" em 3 de junho de 2011. A canção "Paradise" foi logo lançado como o segundo single, três meses depois, em setembro. Internacionalmente, o álbum alcançou o topo das vendas e das paradas de sucesso em 17 países. No Reino Unido, Mylo Xyloto tornou-se o quinto álbum a estrear no número um, vendendo 208 mil unidades em sua primeira semana, em um conjunto de uma semana de recorde de vendas digitais com 83 000 cópias vendidas.O disco tornou-se também o terceiro grupo a estrear em primeiro lugar nas paradas da Billboard 200 nos Estados Unidos, vendendo 447 mil cópias na primeira semana de vendas. "Paradise" e "Every Teardrop Is a Waterfall" receberam um total de 3 indicações ao 54° Grammy AwardsMylo Xyloto acabou recebendo críticas mistas e favoráveis dos críticos musicais.

domingo, 15 de julho de 2012

Coldplay.com entrevista diretores de Princess of China




Coldplay.com fez uma entrevista com Adria Petty e Alan Bibby, que co-dirigiram o clipe mais recente do Coldplay, ‘Princess of China’:
O maravilhoso clipe para o atual single do Coldplay, Princess of China (com a particiação de Rihanna), foi co-dirigido por Adria Petty e Alan Bibby. Nós nos correspondemos com eles para obter mais informações a respeito.



O clipe de Princess of China já foi visto 25 milhões de vezes desde o início de junho. Vocês devem estar satisfeitos com a repercussão.
Estamos impressionados e encantados.
Como vocês acabaram se envolvendo com o clipe?
AP: Eu sempre quis fazer um projeto junto com o meu amigo Alan Bibby. Quando Chris Martin me chamou para trabalhar com ele e com a Rihanna, eu não conseguia imaginar fazer isso sem uma liga da justiça com poderes de super-herói. Assim, eu chamei o Alan para dirigir e criar o clipe junto comigo. O Alan é um diretor com experiência, mas também um conhecedor de cultura e isso se estende para o gênero do kung fu no cinema, algo em que eu não sou tão versado assim. Então, basicamente, nós colaboramos igualitariamente, dividimos e conquistamos.
AB: Parecia a oportunidade perfeita para trabalharmos juntos em algo em que nós dois acreditávamos tanto.
Você tiveram muitas idéias para o clipe ou o que a gente vê no clipe final sempre foi o plano?
Tivemos toneladas de idéias. Mas, com a limitação do tempo de gravação e preparação, nos dedicamos às idéias que vocês vêem agora no clipe. O clipe é exatamente o que tínhamos em mente.
Como vocês descreveriam o conceito por trás do clipe?
O conceito do clipe é uma complexa história de amor, complicada por poder, forças externas e uma dinâmica entre força masculina e força feminina. Queríamos usar o formato de trailer para contrabalançar a complexa marcação de tempo e a criativa letra da música. Existe apenas um refrão no meio da música e uma extensa parte final. Nós também sentimos incondicionalmente que o clipe deveria conter a ambos de tal maneira que ele parecesse ser um evento cinematográfico. A história é mais ou menos assim: um ronin [samurai sem mestre] vitorioso, que, ao voltar para casa, descobre que sua amada se tornou meio que uma gueixa gângster. Ela agora se tornou uma igual em relação a ele e uma borboleta que é impossível de caçar.
Qual foi o grau de proximidade com a letra que vocês tentaram dar ao clipe?
AP: A única parte da letra que realmente tinha significado para mim era “Once upon a time…”, só para começar a criar a fantasia da coisa toda, porque eu acho que clipes devem deixar as músicas falarem por si mesmas.
As influências geográficas do clipe parecem ir além da China somente. Isso foi intencional?
Sim. Nós não queríamos que o universo que estávamos criando fosse exatamente a China. Nós queríamos criar nossa própria mistura visual de influências, a partir de uma série de diferentes lugares e épocas, de diferentes gêneros
Onde o clipe foi gravado (e quanto tempo durou a gravação)?
Um dia e meio, bem no interior da periferia de Los Angeles.
Tudo aconteceu de acordo com o planejado?
Sim, milagrosamente, tudo aconteceu de acordo com o planejado. Tínhamos uma equipe de altíssimo nível e, além disso, tanto pessoas da equipe do Coldplay, como pessoas da equipe da Rihanna que nos ajudaram a garantir isso.
As partes com a Rihanna e os múltiplos braços parecem particularmente difíceis. Foi difícil de obter esse efeito?
E tudo isso em um só dia de trabalho.
E quanto às lutas aéreas com espadas?
Em muitas das cenas do clipe, nós queríamos nos manter fiéis aos efeitos que os filmes de kung fu e os filmes épicos de samurai que nós amamos usam. Assim, para essas cenas, o Chris e a Rihanna foram suspensos por cabos, permitindo que eles literalmente flutuassem. Os dois foram incríveis mostrando cada um as suas proezas.
Como foi trabalhar com o Chris e com a Rihanna?
O Chris e a Rihanna foram ambos muito profissionais e foi maravilhoso assisti-los. Nós tínhamos gravado tantas cenas boas que poderíamos ter feito um segundo clipe com elas. Foi realmente incrível vê-los em cena.
Presumivelmente, acrescentar os efeitos especiais demorou um bocado?
Foi um processo particularmente complexo e trabalhoso, especialmente porque todas as pessoas envolvidas tinham expectativas muito altas. Nós tivemos realmente muita sorte por trabalhar com uma incrível equipe de amigos e de colaboradores que levaram o clipe a um nível tão surpreendente. Definitivamente, várias noites em claro foram necessárias.
Tudo acabou do jeito que vocês queriam que acabasse?
Sim, nós amamos este clipe. É um dos nossos preferidos.
Pedimos a todos os entrevistados do Coldplay.com que contem qual é música do Coldplay é a preferida deles. Qual é a de vocês?
AP: A minha é We Never Change.
AB: A minha é The Scientist
Obs: ouça aqui a versão acústica de PoC

sábado, 14 de julho de 2012

Coldplay confirma videoclipe animado para Hurts Like Heaven.




Durante a apresentação da HQ Mylo Xyloto no painel da Comic Con 2012, foram detalhados vários momentos da história,  concept arts,  os personagens e um vídeo animado para Hurts Like Heaven. O vídeo, como foi noticiado anteriormente, vai servir de prólogo para os quadrinhos.  O lançamento pode ocorrer no próximo mês, provavelmente teremos mais informações da data de lançamento no site oficial da banda. Vamos aguardar. Você pode assistir aos vídeos da apresentação na Comic Con 2012.
Parte 1/5

Parte 2/5

Parte 3/5

Parte 4/5

Parte 5/5

[nzherald] entrevista Jonny Buckland (maio/2012)




Demorou alguns anos para se acostumar, mas o Coldplay está agora se sentindo completamente confortável na posição de uma das maiores bandas do mundo. “De modo geral, a gente está mais à vontade em relação ao que a gente é, de uma maneira que nunca tinha acontecido antes”, diz o guitarrista Jonny Buckland, em entrevista por telefone. Ele fala de Nova York; a banda vai tocar no Radio City Music Hall [casa de espetáculos], como parte de uma turnê global que vai levar a banda para a Nova Zelândia em novembro.
Buckland, acrescenta, com uma risada satisfeita e insolente: “A gente está dando menos atenção para as pessoas que não gostam da gente”.
Hoje em dia, não há como negar o poder de atração do Coldplay enquanto uma das poucas bandas a ter público garantido tocando em estádios. Não apenas eles estão fazendo shows maiores do que nunca, mas também têm colaborado com gente do escalão de Jay-Z, o magnata do hip hop, e de Rihanna, estrela do R&B, que aparece em “Princess of China”, faixa do álbum Mylo Xyloto.
A origem musical deles pode ser humilde e ter se desenvolvido a partir do movimento Britrock dos anos 90, mas o Coldplay tomou o lugar de bandas como Radiohead, e tornou-se um fenômeno da música mundial.
Ainda assim, pergunte para Buckland qual é a melhor banda entre Radiohead e Coldplay e ele é categórico: “Radiohead. Não, sério, são eles. Eles são ótimos”. Isso não é tão surpreendente assim, considerando que, juntamente com o U2 e a banda escocesa Travis, a banda liderada por Thom Yorke tenha sido uma grande influência para o Coldplay na época em Buckland e o vocalista Chris Martin davam início à banda, em Londres, em 1996.
A confiança recentemente adquirida de que ele fala também é oriunda de Mylo, que inclui os singles Every Teardrop is a Waterfall e Paradise, e que é a espinha dorsal da atual turnê por estádios.
“A idéia era fazer o álbum mais visual que a gente já tinha feito, pensar nele visualmente de tal modo que cada música tivesse um lugar específico, quase como num filme. Por isso, é um álbum mais conceitual e todo esse tipo de porcaria”, ele ri.
E, quando chegou a hora de levar Mylo para a estrada, a banda quis fazer o show o mais “interativo” possível. “‘Interativo’ é uma palavra horrível”, diz Buckland, “mas, pensando bem, na hora, parece que você é parte de alguma coisa. Você não está indo só para olhar quatro idiotas em cima do palco, você realmente sente como se estivesse participando de alguma coisa”. [...]
[Os fãs são uma parte fundamental do show. Cada uma das pessoas do público recebe uma pulseira especial de LCD na entrada. As pulseiras têm uma caixa de plástico, que se ilumina durante o show para completar o show de iluminação do show do Coldplay, que atingiu seu estado-da-arte.“A gente conheceu, no ano passado, este inventor que criou essas luzes que todos podem usar”, diz o guitarrista Jonny Buckland. “Isso quer dizer que o jogo de luzes se alastra por toda parte e tudo o que a gente quer é que o show seja o mais envolvente possível”.]
O Coldplay começou a turnê em junho do ano passado e ela não parou desde então, com um fluxo constante de shows ao longo deste ano. “Parece um pouco assustador quando você pensa nisso pela primeira vez”, afirma Buckland. “Mas, quando você começa, a sensação é ótima, porque a gente realmente ama fazer turnê, viajar e tocar – você entende, é uma vida boa”.
No entanto, retroceda até meados da década de 2000, e você verá que nem tudo ia às mil maravilhas como hoje. Como o Coldplay tinha se tornado o novo U2, Chris Martin acabou se tornando o novo Bono – um astro do rock dado a causas corretas e a viver uma vida aparentemente perfeita com uma estrela de cinema como patroa.
Paralelamente, nem tudo estava tão bem para o Coldplay. Embora os educadinhos de Londres não estivessem exatamente atirando instrumentos um na direção do outro dentro do estúdio, eles não estavam se divertindo tanto assim fazendo música.
Após o segundo álbum A Rush of Blood To The Head (2002), e músicas como “In My Place” e “Clocks”, eles eram candidatos para o posto de maior banda do mundo, mas chegada a hora de gravar o sucessor X&Y, eles acabaram se encontrando em um beco sem saída.
“Foi o álbum mais difícil de gravar”, lembra Buckland. “A gente não estava gostando muito de estar no estúdio. A gente estava contente com algumas das músicas que tinham surgido, mas a gente não sabia realmente o que a gente queria ser”.
E X&Y não é páreo para os álbuns anteriores. Ainda assim, com músicas como a empolgante “Speed of Sound” e a terna “Fix You”, eles sobreviveram ao contra-ataque e o álbum chegou a vender mais de 8 milhões de cópias [...].
No entanto, a verdadeira guinada para a banda veio quando eles montaram o próprio estúdio para gravar seguinte álbum Viva La Vida or Death and All His Friends. “A gente não tinha um espaço próprio, desde os tempos em que a gente tocava no meu dormitório, em 1996”, ri Buckland. Isso significava que eles podiam experimentar mais, algo que o Coldplay nunca tinha feito. Acabou que eles eram realmente bons nisso e as músicas contendo várias partes constituintes e o exuberante horizonte sonoro de Viva La Vida revelou um lado muito diferente para a banda. Apesar de ser o álbum menos popular da banda até o momento, é a o mais ambicioso e intrigante.
“A gente reencontrou o nosso amor pela música ao fazer esse disco”, diz Buckland. “A gente ficava simplesmente experimentando coisas, sem se preocupar com o quanto isso ia custar; e a gente estava gostando mais uma vez de estar na banda”.
Martin, igualmente, saiu da escuridão, e nesse período, a sua energia ilimitada, voz cativante, piadas características e jeito particular de tocar fizeram dele um dos melhores líderes de banda. [...]
“Fizemos muita coisa desde então”, pondera Buckland. “Todas as nossas vidas mudaram completamente. Mas a única constante é que temos um ao outro e o nosso relacionamento ainda é o mesmo, sério”.
Buckland e Martin se conheceram e formaram uma banda na University College, em Londres. O baixista Guy Berryman e o baterista Will Champion se juntaram à tripulação um pouco mais tarde e, nos últimos 15 anos, eles cresceram juntos.
“É ótimo porque, quando as coisas estão ruins, tem sempre alguém para te levantar. E, sempre que você fica muito cheio de si, tem alguém para baixar a sua bola. A gente confia muito um no outro”.
A popularidade da banda decolou com “Yellow” e Parachutes foi um álbum encantador e discretamente edificante. “A gente queria fazer, acho eu, música simples”, afirma Buckland. “E com muito espaço e algo como Harvest, do Neil Young, ou algo assim”.
Veio, então, Rush of Blood, o álbum mais popular da banda e, sem dúvida, o seu melhor, entalhando em pedra o som clássico do Coldplay. “A gente estava em turnê e tinha se dado conta que a gente precisa de algumas músicas mais barulhentas”, ri Buckland. “Assim, depois da turnê, parte de A Rush of Blood veio da vontade tocar a guitarra um pouco mais alto e dar umas pancadas mais fortes na bateria”.
E assim eles fizeram, com músicas como “Clocks”, um hino que evolui numa espiral ascendente. Porém, possivelmente, o momento mais memorável do álbum ainda está na balada melancólica “The Scientist”.
Avance para Mylo e, embora eles ainda soarem como Coldplay, Buckland diz que, com o produtor e mestre da música ambiente, Brian Eno a bordo novamente, eles queriam levar a música deles ainda mais adiante. “A gente pensou que tinha conseguido chegar em algum lugar com Viva, mas achamos ‘é bom, mas podemos ir ainda mais adiante’ e, assim, fomos direto para reassumir o trabalho de onde tínhamos parado”.
“A gente realmente gosta de experimentar, passar semanas e semanas tocando música sem a expectativa de finalizar uma canção; apenas ficar tentando novos sons, e ouvir coisas diferentes. Com disso, a gente se sente livre para ir em qualquer lugar que quisermos a partir disso”.
Fonte: Viva Coldplay

quarta-feira, 11 de julho de 2012

11/07/2012 12h34 - Atualizado em 11/07/2012 12h44 Coral de idosos faz flash mob com música de Coldplay na Nova Zelândia




Um grupo de idosos que faz parte de um coral da Nova Zelândia realizou um flash mob em um shopping da região de Canterbury. Eles cantaram a música "Fix You", de Coldplay, de deixaram muitos emocionados no local, segundo reportagens da imprensa do país (assista ao vídeo).
Os participantes do flash mob fazem parte do coral Rockers of Age, que foi criado após um violento terremoto que atingiu a cidade de Christchurch.

terça-feira, 10 de julho de 2012

Vagalume: Coldplay revela história por trás de "Mylo Xyloto" http://www.vagalume.com.br/news/2012/07/10/coldplay-revela-historia-por-tras-de-mylo-xyloto.html#ixzz20FVPba9F

Coldplay divulgou em seu site que irá lançar a história em quadrinhos que serviu de inspiração para todo o álbum e turnê de "Mylo Xyloto".



A banda de "Paradise" contou que o projeto surgiu há três anos, quando tiveram a ideia de um personagem chamado Mylo Xyloto com o amigo Mark Osborne. 

O nome "Xyloto" se refere, em inglês, às palavras xylophone (xilofone) e toe (dedo).

"Gradualmente a história de Mylo e seu universo se encaixaram e isso acabou proporcionando o cenário para o álbum e para a turnê", comentou a banda. 


Coldplay letras

Confira ao lado a primeira capa divulgada pela banda deste novo projeto. 


Está será uma edição exclusiva, feita para o lançamento da série nesta semana durante a famosa convenção americana Comic Con.

Durante o evento, Mark Osborne terá um debate com os fãs do Coldplay e admiradores de histórias em quadrinhos sobre "Mylo Xyloto", respondendo as curiosidades sobre a série. 

"Se vocês estiverem lá podem perguntar para ele [Mark] quem é o Major Minus", escreveu a banda, "Esperamos que vocês gostem, foi bem divertido de fazer".

A história em quadrinhos será lançada oficialmente em fevereiro do ano que vem e será dividida em seis partes.